terça-feira, 15 de março de 2016

Adentrei no PIBID no ano de 2014. Nessa época eu estava no 6° semestre do curso de Pedagogia da UESB-Jequié . Até então minha única experiência em sala de aula foi na escola fundamental do SESC, ocorrida no mesmo ano de 2014; nesta oportunidade eu auxiliava os professores de todas as disciplinas.
Porém, no Pibid eu assumi a sala de aula- pela primeira vez- seguindo um plano de aula construído por mim mesmo. Lembro-me que foi um momento de muita ansiedade angústias, pois, jamais tinha estado naquela posição.

Os passos seguintes foram de grande aprendizado, isso porque diante das minhas inquietações a coordenação do projeto forneceu discussões riquíssimas, baseadas em importantes teóricos da educação, como: Dayrell, Tardif, Gauthier, Canário e Antônio Nóvoa.  Deste último lembro-me de ter lido e debatido com os colegas sobre os dilemas dos professores em sala de aula , tais como a inquietação dos alunos, a falta de interesse deles e a falta de estímulo docente.  
A partir destes conflitos surgiu a necessidade de dialogarmos sobre a gestão da classe, baseado nos estudos de Gauthier , que discorreu a cerca do papel do professor perante a administração  de sua sala de aula.
Com Dayrell estudamos sobre o sentido da escola para os alunos, considerando a estrutura física, arquitetônica e as relações interpessoais, tudo isto em relação com a ocupação deste espaço feita por alunos e corpo docente.
Todas essas experiência foram como estágio que as borboletas fazem dentro do casulo, um verdadeiro preparo para a vida:

A partir deste relato , pode-se notar que ocorreram inúmeras mudanças em mim, tanto no pessoal, quanto na parte profissional; hoje na condição de Pedagogo e aluno de Especialização percebo que essas diversas experiências foram constantes metamorfoses na minha vida. Isso, porque cheguei ao Pibid como uma lagarta mergulhada na insegurança , por conta da falta de experiência  e hoje possuo segurança para  estar em uma sala de aula na condição de Professor.