Adentrei no PIBID no
ano de 2014. Nessa época eu estava no 6° semestre do curso de Pedagogia da
UESB-Jequié . Até então minha única experiência em sala de aula foi na escola
fundamental do SESC, ocorrida no mesmo ano de 2014; nesta oportunidade eu
auxiliava os professores de todas as disciplinas.
Porém, no Pibid eu
assumi a sala de aula- pela primeira vez- seguindo um plano de aula construído
por mim mesmo. Lembro-me que foi um momento de muita ansiedade angústias, pois,
jamais tinha estado naquela posição.
Os passos seguintes foram de grande
aprendizado, isso porque diante das minhas inquietações a coordenação do
projeto forneceu discussões riquíssimas, baseadas em importantes teóricos da
educação, como: Dayrell, Tardif, Gauthier, Canário e Antônio Nóvoa. Deste último lembro-me de ter lido e debatido
com os colegas sobre os dilemas dos professores em sala de aula , tais como a
inquietação dos alunos, a falta de interesse deles e a falta de estímulo
docente.
A partir destes
conflitos surgiu a necessidade de dialogarmos sobre a gestão da classe, baseado
nos estudos de Gauthier , que discorreu a cerca do papel do professor perante a
administração de sua sala de aula.
Com Dayrell estudamos
sobre o sentido da escola para os alunos, considerando a estrutura física,
arquitetônica e as relações interpessoais, tudo isto em relação com a ocupação
deste espaço feita por alunos e corpo docente.
Todas essas experiência foram como estágio que as borboletas fazem dentro do casulo, um verdadeiro preparo para a vida:
A partir deste relato ,
pode-se notar que ocorreram inúmeras mudanças em mim, tanto no pessoal, quanto
na parte profissional; hoje na condição de Pedagogo e aluno de Especialização
percebo que essas diversas experiências foram constantes metamorfoses na minha
vida. Isso, porque cheguei ao Pibid como uma lagarta mergulhada na insegurança
, por conta da falta de experiência e
hoje possuo segurança para estar em uma
sala de aula na condição de Professor.


















