quarta-feira, 25 de março de 2015

Aplicação do diagnóstico 2015




A aplicação do diagnóstico hoje dia 25/03/2015 foi uma grande experiência na minha vida. Muito bom saber que por meio dessa sondagem podemos detectar como está o  nível de leitura e escrita dos alunos.  Vale salientar que esse instrumento só está em uso graças a Emília Ferreiro e Ana Teberosky, ambas desenvolveram uma teoria que descreve as hipóteses do nível silábico dos educandos, Dessa forma nos possibilitando possuir um instrumento que, ao mesmo tempo que mostra aquilo que o aluno já sabe, mas também, o que ainda poderá aprender. 

sexta-feira, 20 de março de 2015

Planejamento No Vilma Brito

Esse momento de está numa escola municipal fazendo parte dessa vivência chamada: planejamento, é de grande importância na minha formação. Ainda porque planejar é um ato de pessoas organizadas e competentes. Segundo Celso Vasconcellos planejar é antever uma ação, ou seja, é se preparar para de forma racional intervi na realidade- mesmo sabendo que pode haver imprevistos o planejamento é uma referência da ação pretendida. Além do mais, vale salientar que ainda tivemos-mais um vez- a oportunidade de trabalhar em grupo- um trabalho essencialmente democrático.
Deste modo, entendo que aquela experiência na escola Vilma Brito será uma referência para este aspirante a pedagogo que aqui está a escrever. Os efeitos em minha formação é visível todas as intervenções no Vilma Brito estamos seguro,pois, temos um instrumento que nos orienta. Admito que já me sinto preparado para encarar uma sala de aula, pois, o PIBID me deu essa segurança.

segunda-feira, 16 de março de 2015

Entrada no PIBID-2014

Em guisa de considerações finais, quero falar de 2014. Nesse momento no VI semestre, após ter passado por monitoria de disciplina, Projeto de Desenvolvimento Integrado, aulas de campo- por sinal maravilhosas, também experimentei de muitos congressos: regionais, estaduais, nacionais e internacionais , e agora me encontro com o PIBID. Esta parceria já está sendo muito enriquecedora: muitas histórias de vida diferentes, o acesso a literatura pertinente a minha formação humana e profissional. Pude, a princípio entender a importância da pesquisa colaborativa com Zenneth Zeichner, assim como o estudo da Etnografia , compreendendo que esta é fundamental para se construir conhecimento na educação. Sei que isso tudo é só o começo , e que ainda virão outras experiências; estou na expectativa de contribuir com o pouco que sei, e também aprender, tanto com os teóricos antigos quanto com os teóricos do nosso dia dia: os colegas de projeto, os supervisores e a coordenadora .

Saindo do ensino médio entrando na UESB

Bom, minha caminhada no ensino médio se encerra em 2008- apesar de duas reprovações ao longo da vida escolar eu concluir essa fase com 18 anos. Após dois anos trabalhando, estudando no cursinho, prestando concursos e vestibular voltei a me inscrever no vestibular da UESB- não fazia a menor ideia do que eu queria , e por isso, influenciado por minha mãe me inscrevi em enfermagem- pois ela se aposentou nesta área. Fui aprovado na primeira tentativa, fiquei muito feliz , porém não queria aquela vida de hospital, posto médico, não eram locais de muito euforia para mim; Neste momento comecei a refletir sobre que local me fazia feliz como pessoa, e sem dúvidas era a escola, toda via não desconsidero as duas unidades no curso de enfermagem, pois foi na disciplina de Parasitologia com a professora Camila no Projeto de educação sobre Higiene que eu me descobrir quanto a profissão que hoje almejo. Este Projeto aconteceu na Escola CAIC com crianças dos anos iniciais do ensino fundamental, e jamais esquecerei o momento de encontro com a pedagogia.
No ano seguinte me inscrevi no vestibular para Pedagogia e passei. Já se passaram V semestres e hoje no VI eu me sinto tão feliz quanto no dia que decidi me inscrever no curso. Os conteúdos que aqui descobrir me fizeram entender o valor que tem a palavra, a reflexão e a criticidade. Tenho certeza que serão eternas em minha vida as ideias radicais de MARX, o bom senso de Pierre Bourdieu (meu favorito)- com sua revolução simbólica, e, a temperança imprescindível de Paulo Freire. Também destaco a importância dos conhecimentos psicossexuais de Freud, da importância do Lúdico como forma de provocar manifestações nas crianças trazida por Froebel e Vigotsky, e, entre muitos outros também temos Piaget com sua contribuição no sentido de entender o desenvolvimento e aprendizado.

Quarto passo da minha formação

No ano de 2004 houveram grandes mudanças, meus pais decidiram mudar de cidade- eu tinha 14 anos. A chegada em Jequié- a princípio foi difícil, algo natural neste processo de transição- porém, o tempo foi generoso. Neste ano eu cursei a 7° e 8° série no Colégio Estadual Professora Florípes Sodré, no Bairro da Cidade Nova. Este momento foi um divisor de águas na minha história educativa, pois, aqueles medos que tive da 5° á 7° série (no antigo colégio) já não existiam. As notas já eram boas, o interesse em aprender só aumentava a cada dia de aula, a professora Conceição foi meu espelho- ela junto com outra docente ensinavam as duas disciplinas que mais gostava: Geografia e História.
Hoje entendo a importância que o EJA teve na minha vida nesse período, pois apesar da pouca idade, estudei com pessoas com muito mais idade do que eu. Na verdade poderia estudar pelo dia em escolar regular, porém, quando cheguei em Jequié já não havia escolha, tive que me matricular pela noite, numa turma de EJA. Estudar nessa modalidade me proporcionou estreitar os laços com disciplinas que eu tinha dificuldade, como Biologia e Matemática; a turma era grande e esforçada a maioria dos professores eram flexíveis em relação a chegada dos alunos, entrega de trabalhos; porém uma professora não tinha base para ensinar nessa modalidade; ela era ríspida e não compreendia que aqueles alunos tinham um cotidiano diferente dos alunos regulares. Isso causava alguns conflitos , rotulações nos alunos pela professora e vice versa.
No ano seguinte fui para uma escola muito conhecida no município: Colégio Estadual Prof. Magalhães Neto. Infelizmente a fama desta não era das melhores, o desinteresse e desesperança pairavam na vida daqueles alunos- inclusive eu; a violência e drogas também faziam parte daquela realidade- nada diferente de uma escola pública de periferia no Brasil. Apesar deste cenário eu podia notar a força de alguns professores, que de forma alguma desistiram de nós.

1.Conhecendo um mundo novo:´Escola`


Minha história no âmbito escolar se inicia em 1996, no colégio Pequeno Príncipe na cidade de Ilhéus- cidade onde nasci e vivi 14 anos. Nesta escola comecei a desenvolver minhas percepções a cerca de muitas coisas que me rodeavam. Entre outras situações vividas lembro-me de ver colegas chorando ao se despedir de seus pais, fato comum da idade. Também recordo-me do banho de chuveirão com os colegas, lazer proporcionado pela direção da escola.
Vivenciei muitos momentos comemorativos: desfile cívico, festejo da páscoa com ovos coloridos... Nesse período iniciei minhas relações interpessoais fora de casa; conheci nessa época dois grandes colegas: Fabrício e Rachel. De tudo vivenciado, o que mais marcou nesta fase foi aprender a ler. Passava o dia inteiro lendo tudo que via, quando ia da escola para casa eu lia todas as placas e anúncios. É claro que não lia tudo perfeitamente, mas, adentrar no mundo da leitura conduziu minha vida em uma direção bastante importante.
Outra fase bastante importante foi na Escola Perpétua Marques, onde fiz a Pré-escola I E II. Nesse período meu grupo de amigos só crescia, lembro-me de: Diogo, Marcos Paulo, Marinho e Pedro, professoras Neide e Diná. Jamais esqueceria do carinho e cuidado delas comigo. Também aconteceram grandes momentos a partir desta escola tais como: gincanas, olimpíadas, visita a biblioteca municipal, e até conflitos com coleguinhas.

2.Novos ares: escola nova!

Após a experiência na escola Pérpetua Maruqes fui para a Escola Heitor Dias. Esta foi a escola que passei o maior tempo: da 1° série a 4°. Por isso, é que, nesta escola tenho tantas lembranças, as professora que não esquecerei: Lúcia, Simone, Jocineide e Lurdes. Também recordo-me dos colegas, Juracy, Pedro, Vanessa, Aline, Roseli, e muitos outros. Nesse período experimentei fatos totalmente novos para mim, ida ao teatro , passeio na AABB e o inesquecível Pique Nique na praia, todas estas com a minha turma de classe. No último ano vivido neste colégio pude fazer parte de um processo que me orgulho muito, plantamos no pátio da escola uma árvore de Pau Brasil. Por entender a importância desta planta pra história do nosso país fiquei bastante envaidecido pelo ato realizado.
Sobre meu processo de alfabetização posso descrevê-lo de duas maneiras: a primeira na escola sendo exposto as letras em diversas dinâmicas; e a segunda tomando banca com uma vizinha; pude vivenciar os dois lados da moeda, a tradicional cartilha na banca, e , um trabalho menos tradicional com músicas, peças de teatro e historinhas na Escola. Acredito hoje que, as formas complementaram-se em minha formação ; isso pois por um lado eu conheci a técnica e os símbolos, e por outro lado eu pude começar à associação destas leras com os seus significados em diferentes contextos(letramento).