segunda-feira, 16 de março de 2015

Entrada no PIBID-2014

Em guisa de considerações finais, quero falar de 2014. Nesse momento no VI semestre, após ter passado por monitoria de disciplina, Projeto de Desenvolvimento Integrado, aulas de campo- por sinal maravilhosas, também experimentei de muitos congressos: regionais, estaduais, nacionais e internacionais , e agora me encontro com o PIBID. Esta parceria já está sendo muito enriquecedora: muitas histórias de vida diferentes, o acesso a literatura pertinente a minha formação humana e profissional. Pude, a princípio entender a importância da pesquisa colaborativa com Zenneth Zeichner, assim como o estudo da Etnografia , compreendendo que esta é fundamental para se construir conhecimento na educação. Sei que isso tudo é só o começo , e que ainda virão outras experiências; estou na expectativa de contribuir com o pouco que sei, e também aprender, tanto com os teóricos antigos quanto com os teóricos do nosso dia dia: os colegas de projeto, os supervisores e a coordenadora .

2 comentários:

  1. Oi Anderson!

    Hoje você consegue caracterizar as contribuições do PIBID na sua formação? Quais as mudanças que são visíveis em sua formação? E como foi constituído esse processo de colaboração que você traz no seu texto nas ações e reuniões do PIBID? O trabalho colaborativo realmente saiu do teórico para a pratica, como?

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    1. O PIBID contribui em primeiro lugar na minha inserção no campo de trabalho, e não é uma inserção qualquer, é de forma planejada- intervenções articuladas com teorias pertinentes. Estas experiências faz parte da minha formação como docente.

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