Em
guisa de considerações finais, quero falar de 2014. Nesse momento no VI
semestre, após ter passado por monitoria de disciplina, Projeto de
Desenvolvimento Integrado, aulas de campo- por sinal maravilhosas,
também experimentei de muitos congressos: regionais, estaduais,
nacionais e internacionais , e agora me encontro com o PIBID. Esta
parceria já está sendo muito enriquecedora: muitas histórias de vida
diferentes, o acesso a literatura pertinente a minha formação humana e
profissional. Pude, a princípio entender a importância da pesquisa
colaborativa com Zenneth Zeichner, assim como o estudo da Etnografia ,
compreendendo que esta é fundamental para se construir conhecimento na
educação. Sei que isso tudo é só o começo , e que ainda virão outras
experiências; estou na expectativa de contribuir com o pouco que sei, e
também aprender, tanto com os teóricos antigos quanto com os teóricos do
nosso dia dia: os colegas de projeto, os supervisores e a coordenadora .
Oi Anderson!
ResponderExcluirHoje você consegue caracterizar as contribuições do PIBID na sua formação? Quais as mudanças que são visíveis em sua formação? E como foi constituído esse processo de colaboração que você traz no seu texto nas ações e reuniões do PIBID? O trabalho colaborativo realmente saiu do teórico para a pratica, como?
O PIBID contribui em primeiro lugar na minha inserção no campo de trabalho, e não é uma inserção qualquer, é de forma planejada- intervenções articuladas com teorias pertinentes. Estas experiências faz parte da minha formação como docente.
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